As 50 coisas que todo criativo deveria saber

Tem muito tempo que não escrevo mais muito tempo mesmo, então vou continuar sem escrever apenas transcrever … fonte

Este artigo complementa um anterior aqui do nosso blog, “29 maneiras de continuar criativo”. Vamos ver então quais são as 50 coisas que todo criativo deveria saber.
1: Você não é o primeiro

Existem alguns “primeiros” por aí. Muitos outros já abriram um estúdio, começaram a trabalhar como freelancer e a procurar estágios. E isso pode ser feito.
2: Sempre existe alguém melhor do que você

A despeito do quão bom é você, sempre existe alguém melhor. É surpreendente como se pode perder tempo pensando nisso.
3: O sucesso não é um recurso finito

Algumas pessoas pensam muito errado: que é preciso ter alguém que falhou para que você tenha sucesso. Na verdade, um sucesso não impede o outro.
4: Você não pode marcar pontos sem ter uma meta

Se você não sabe o que quer, como pode possuir alguma coisa? Ter metas define o ponto final e, consequentemente, como começar.
5: Começar qualquer coisa demanda energia

Se gasta mais energia para começar do que para terminar alguma coisa. Isso é fato para a física, sua carreira, e para a ideia na qual você tem de trabalhar.
6: O caminho para o trabalho é mais fácil do que você pensa

Para entrar no mercado de trabalho você precisa somente de três coisas: um trabalho ótimo, energia e ter uma personalidade legal. Muitos se esquecem do último atributo.
7: Tenha uma autoimagem positiva

Sua autopercepção é a sua qualidade mais importante. Veja você mesmo como a pessoa que quer ser e os outros também vão ver você desta forma.
8: Crie um site na internet limpo e simples

Um portfólio online é a melhor ou a pior parte da sua carreira. Com uma quantidade enorme de sites na internet não existe razão para não ter um.
9: Seja o curador do seu trabalho

Nunca deixe de editar o seu portfólio. Três trabalhos ótimos é melhor do que dez mais ou menos. Ninguém procurar quantidade, e sim qualidade.
10: Ouça os seus instintos

Se o seu trabalho não te impressiona, não vai impressionar as outras pessoas também. É muito difícil fingir paixão por um trabalho medíocre.
11: Faça o seu trabalho ser fácil de ser visto

As pessoas são preguiçosas. Se você quiser que o seu trabalho seja visto faça com que ele seja simples de ser visto. A maioria das pessoas apenas quer ver um JPG ou PDF.
12: Endereços escritos à mão

Clientes, empregadores ou clientes em potencial ficam impressionados com cartas com endereços escritos à mão. O toque pessoal é algo importantíssimo.
13: O tempo é precioso: vá direto ao ponto

Evite o humor bobo ou artifícios inúteis quando estiver contatando estúdios para trabalhar, eles já viram muito disso antes. Vá direto ao ponto, eles agradecerão muito.
14: Nunca faça um estágio não remunerado

Isso não é de todo o mal. Mas, um estúdio que não paga os seus estagiários (nem que seja um valor mínimo) não é um estúdio em que se valha a pena trabalhar.
15: Faça quantos estágios quanto puder

Fazer muitos estágios certamente é uma carga muito grande, mas isso é vital. Todos os estágios que você faz ajudam você a ter contatos no mercado de trabalho e a identificar a área da sua profissão em que mais se encaixa.
16: Não disperdice seu estágio

Um trabalho em um estúdio pode afundar, assim como a sua energia. Ignore isso e seja indispensável, a responsabilidade cairá sobre você caso algo precise ser feito.
17: Faça amizades com uma gráfica

Um bom contato com uma ótima gráfica (ou profissional da área) é fundamental. Eles vão ajudá-lo a economizar dinheiro e preservar a natureza.
18: Encontre lojas do tipo “Faça você mesmo” e aquelas de “1,99”

Essas lojas são ótimas opções para comprar algo barato, artefatos feitos à mão para redecoração ou recontextualização. Use sua criatividade e crie.
19: Seja paciente

Não é difícil fazer vários estágios e não encontrar aquele no qual você se encaixa. Tente fazer estágio em um estúdio no qual você ainda não pensou em estagiar.
20: Questione

Não presuma. Pergunte, mesmo que você pense que sabe as respostas. Você ficará surpreso pelo tão pouco que sabe.
21: Peça oportunidades

Isso vai parecer atrevido, mas peça coisas. Peça para participar de exposições, revistas, lançamentos – se você não pedir, não vai conseguir.
22: Busque críticas, não elogios

Você não aprende nada ouvindo das pessoas o quão maravilhoso você é. Mesmo que você pense que o seu trabalho é perfeito. Busque críticas, você pode ignorá-las sempre que quiser.
23: Faça amigos, não inimigos

A indústria criativa é um mundo pequeno: é uma rede de relacionamentos em que todo mundo conhece todo mundo. Lembre-se disso toda vez que for brigar com alguém.
24: As notícias correm

Um bom estagiário descobre que a sua reputação o precede. A maioria dos empregos que são oferecidos levam em consideração o que falam sobre você.
25: Não fique bêbado em eventos profissionais

Existe uma diferença entre ficar mais desinibido e ficar paralítico. Este último pode custar a sua dignidade, a sua reputação e talvez até mesmo o seu emprego.
26: Rede de contatos

Existe alguma verdade em “não é o que você sabe e sim quem você conhece”. Converse com as pessoas, envie e-mails; no mínimo crie uma conta no Twitter.
27: Vista-se bem, como um profissional

Você leva o seu trabalho a sério? Então cuide de sua aparência com seriedade. Os clientes são mais dispostos a negociar com pessoas que demonstrem que se importam com ele.
28: Nunca trabalhe de graça

Trabalhar de graça não somente desvaloriza a profissão como faz você parecer fraco. Até mesmo um cliente “legal” vai tirar vantagem disso.
29: Negocie

Se você realmente tem de trabalhar de graça, negocie. Clientes e estúdios de design têm muitos recursos que podem, de certa forma, servir como pagamento.
30: Leia os contratos

Nunca assine um contrato antes de ler. E também não inicie nenhum trabalho sem ter um contrato – talvez você mesmo tenha de escrever um.
31: Faça a sua fatura se destacar

Os empresários sempre estão inundados de contas. Faça com que a sua fatura se destaque com cores ou formas para que ela esteja no topo da lista de pagamento.
32: Não existe nada pior do que um trabalho ruim

Sempre force você mesmo a fazer o seu melhor. Logicamente, não existe jeito de ficar insatisfeito com o seu melhor trabalho.
33: Não existe nada pior do que um cliente ruim

Você vai sofrer muito para fazer com que a sua relação com este tipo de cliente funcione. Se não está funcionando, demita-o e faça a si mesmo um favor.
34: Abrace as suas limitações

As limitações têm um ótimo valor para criar um trabalho bem sucedido: elas te dão algo para lutar. Dessa tensão vem o brilho.
35: O ambiente não é uma limitação

O ambiente no qual você trabalha, não sendo bonito ou elegante, não deve influenciar na sua criação. Como um criativo, você deve considerar isso.
36: Problemas chatos levam a soluções chatas

Sempre questione o seu briefing. Redefina esta questão. Nenhum briefing deve ser igual a outro; um determinado problema leva a uma única solução.
37: As novas ideias são sempre “estúpidas”

As novas ideias são concebidas totalmente fora de contexto e sem mensuração de resultados – isso falsamente faz com que elas pareçam bobas, estranhas ou até mesmo impossíveis.
38: Não subestime um trabalho já iniciado

Os clientes entram em contato por causa de um trabalho já iniciado. Ironicamente, as empresas ficam animadas com ideias as quais não foram pensadas por eles anteriormente.
39: Justifique as suas decisões

Os clientes temem as decisões arbitrárias – eles querem que o problema seja resolvido. Tenha uma razão para tudo o que fizer, mesmo que essa razão seja criada depois da sua decisão ter sido tomada.
40: Apresente rascunhos, não ideias lapidadas

Apresente rascunhos ao seu cliente até quando você puder, isso faz com que eles sintam-se envolvidos no projeto.
41: Trabalhe com o cliente, não contra ele

Você pode achar que está certo, mas olhe para a solução do cliente junto com a sua. Às vezes, você se surpreenderá.
42: Não aceite sempre um não como resposta

Lute por soluções melhores. Demonstre o que você está pensando ao seu cliente, faça com que ele se envolva e entenda o seu pensamento – é difícil argumentar contra a lógica.
43: Escolha as suas batalhas

A indústria criativa é normalmente irritante, mas nem todos os argumentos são válidos. Isso leva tempo para aprender.
44: Se você for falhar, falhe bem

Ser ambicioso significa fazer ou conseguir coisas que você acha que não pode. Falhas são coisas ruins, mas às vezes necessárias.
45: Seja o autor

Seja com que pessoa for que você esteja falando, sempre fale quando algo não estiver certo. Leve isso em consideração como uma mensuração de qualidade.
46: Tenha responsabilidade com as suas falhas

Se o trabalho não está indo bem, tenha responsabilidade. Isso parece não intuitivo, mas ter responsabilidade quer dizer que você pode fazer alguma coisa para resolver o problema.
47: Compartilhe as suas ideias

Você não ganha nada guardando as suas ideias só para você; elas podem parecer preciosas, mas quanto mais você compartilha as suas ideias, mais ideias terá.
48: Saia do estúdio

O bom design é a habilidade de entender a relação entre as coisas. Essas conexões não podem ser encontradas se você ficar preso em um estúdio.
49: Prêmios são legais, mas não vitais

Prêmios são muito legais nas prateleiras, mas um cliente não vai pegar o telefone e ligar para você só por causa disso. Um trabalho sólido é que faz um cliente ligar para você.
50: Não se leve tão a sério

Leve o seu trabalho a sério, leve o negócio e suas habilidades a sério, mas não leve você tão a sério. As pessoas riem de quem se leva a sério demais.

Gostou? No site têm 100 coisas que todo o criativo deveria saber.

Essas são dicas bacanas para quem é ou quer ser criativo. Aproveite-as e compartilhe!

Abraços e bons negócios.

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Faz tempo que não escrevo, então segue…
“Todo Avião tem pneu”
Se vc mulher tem aquela barriguinha não se preocupe…
Ainda existem cantadas boas, claro que a mulheres que podemos considerar um An-255!
“Todo Avião tem pneu”

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Faça sua parte não deixe esta fumaça laranja se apagar!

Publicado em 25 de Abril de 2011, às 13h00min Fonte

Ativistas do Greenpeace protestam no Rio contra Angra 3

Ativistas do Greenpeace fizeram um protesto na manhã de hoje, em frente ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), no centro do Rio de Janeiro. A manifestação pedia que o BNDES não financie a construção da usina nuclear Angra 3.

Os ativistas pretendiam alertar sobre os perigos de um acidente nuclear. E relembravam o acidente nuclear em Chernobyl, na Ucrânia, que amanhã completa 25 anos, e o exemplo recente de Fukushima, no Japão.

Durante o protesto, os manifestantes simularam um acidente nuclear. Uma fumaça laranja cobriu o local do protesto e ativistas vestidos como equipes de resgate de acidentes nucleares dispararam sinalizadores de fumaça em frente ao prédio do BNDES, para simular a contaminação por radiação.
Fonte

Desgoverno atômico > >

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Greenpeace

Faça sua parte não deixe esta fumaça laranja se apagar!

Brasil
Publicado em 25 de Abril de 2011, às 13h00min Fonte

Ativistas do Greenpeace protestam no Rio contra Angra 3

Ativistas do Greenpeace fizeram um protesto na manhã de hoje, em frente ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), no centro do Rio de Janeiro. A manifestação pedia que o BNDES não financie a construção da usina nuclear Angra 3.

Os ativistas pretendiam alertar sobre os perigos de um acidente nuclear. E relembravam o acidente nuclear em Chernobyl, na Ucrânia, que amanhã completa 25 anos, e o exemplo recente de Fukushima, no Japão.

Durante o protesto, os manifestantes simularam um acidente nuclear. Uma fumaça laranja cobriu o local do protesto e ativistas vestidos como equipes de resgate de acidentes nucleares dispararam sinalizadores de fumaça em frente ao prédio do BNDES, para simular a contaminação por radiação.
Fonte

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Biografia Mário Quintana

Mário de Miranda Quintana foi um poeta, tradutor e jornalista. É considerado um dos maiores poetas brasileiros do século 20.

Mario de Miranda Quintana nasceu prematuramente na noite de 30 de julho de 1906, na cidade de Alegrete, situada na fronteira oeste do Rio Grande do Sul. Seus pais, o farmacêutico Celso de Oliveira Quintana e Virgínia de Miranda Quintana, ensinaram ao poeta aquilo que seria uma de suas maiores formas de expressão – a escrita. Coincidentemente, isso ocorreu pelas páginas do jornal Correio do Povo, onde, no futuro, trabalharia por muitos anos de sua vida.

O poeta também inicia na infância o aprendizado da língua francesa, idioma muito usado em sua casa. Em 1915 ainda estuda em Alegrete e conclui o curso primário, na escola do português Antônio Cabral Beirão. Aos 13 anos, em 1919, vai estudar em regime de internato no Colégio Militar de Porto Alegre. É quando começa a traçar suas primeiras linhas e publica seus primeiros trabalhos na revista Hyloea, da Sociedade Cívica e Literária dos Alunos do Colégio Militar.

Cinco anos depois sai da escola e vai trabalhar como caixeiro (atendente) na Livraria do Globo, contrariando seu pai, que queria o filho doutor. Mas Mario permanece por lá nos três meses seguintes. Aos 17 anos publica um soneto em jornal de Alegrete, com o pseudônimo JB. O poema era tão bom que seu Celso queria contar que era pai do poeta. Mas quem era JB? Mario, então, não perde a chance de lembrar ao pai que ele não gostava de poesia e se diverte com isso.

Em 1925 retorna a Alegrete e passa a trabalhar na farmácia de propriedade de seu pai. Nos dois anos seguintes a tristeza marca a vida do jovem Mario: a perda dos pais. Primeiro sua mãe, em 1926, e no ano seguinte, seu pai. Mas a alegria também não estava ausente e se mostra na premiação do concurso de contos do jornal Diário de Notícias de Porto Alegre com A Sétima Passagem e na publicação de um de seus poemas na revista carioca Para Todos, de Alvaro Moreyra.

Corre o ano de 1929 e Mario já está com 23 anos quando vai para a redação do jornal O Estado do Rio Grande traduzir telegramas e redigir uma seção chamada O Jornal dos Jornais. O veículo era comandado por Raul Pilla, mais tarde considerado por Quintana como seu melhor patrão.

A Revista do Globo e o Correio do Povo publicam seus versos em 1930, ano em que eclode o movimento liderado por Getúlio Vargas e O Estado do Rio Grande é fechado. Quintana parte para o Rio de Janeiro e torna-se voluntário do 7º Batalhão de Caçadores de Porto Alegre. Seis meses depois retorna à capital gaúcha e reinicia seu trabalho na redação de O Estado do Rio Grande.

Em 1934 a Editora Globo lança a primeira tradução de Mario. Trata-se de uma obra de Giovanni Papini, intitulada Palavras e Sangue. A partir daí, segue-se uma série de obras francesas traduzidas para a Editora Globo. O poeta é responsável pelas primeiras traduções no Brasil de obras de autores do quilate de Voltaire, Virginia Woolf, Charles Morgan, Marcel Proust, entre outros.

Dois anos depois ele decide deixar a Editora Globo e transferir-se para a Livraria do Globo, onde vai trabalhar com Erico Verissimo, que lembra de Quintana justamente pela fluência na língua francesa. É por esta época que seus textos publicados na revista Ibirapuitan chegam ao conhecimento de Monteiro Lobato, que pede ao poeta gaúcho uma nova obra. Quintana escreve, então, Espelho Mágico, que só é publicado em 1951, com prefácio de Lobato.

Na década de 40, Quintana é alvo de elogios dos maiores intelectuais da época e recebe uma indicação para a Academia Brasileira de Letras, que nunca se concretizou. Sobre isso ele compõe, com seu afamado bom humor, o conhecido Poeminha do Contra.

Como colaborador permanente do Correio do Povo, Mario Quintana publica semanalmente Do Caderno H, que, conforme ele mesmo, se chamava assim, porque era feito na última hora, na hora “H”. A publicação dura, com breves interrupções, até 1984. É desta época também o lançamento de A Rua dos Cataventos, que passa a ser utilizado como livro escolar.

Em agosto de 1966 o poeta é homenageado na Academia Brasileira de Letras pelos ilustres Manuel Bandeira e Augusto Meyer. Neste mesmo ano sua obra Antologia Poética recebe o Prêmio Fernando Chinaglia de melhor livro do ano. No ano seguinte, vem o título de Cidadão Honorário de Porto Alegre. Esta homenagem, concedida em 1967, e uma placa de bronze eternizada na praça principal de sua terra natal, Alegrete, no ano seguinte, sempre eram citadas por Mario como motivo de orgulho. Nove anos depois, recebe a maior condecoração que o Governo do Rio Grande do Sul concede a pessoas que se destacam: a medalha Negrinho do Pastoreio.

A década de 80 traz diversas honrarias ao poeta. Primeiro veio o Prêmio Machado de Assis, da Academia Brasileira de Letras, pelo conjunto da obra. Mais tarde, em 1981, a reverência veio pela Câmara de Indústria, Comércio, Agropecuária e Serviços de Passo Fundo, durante a Jornada de Literatura Sul-rio-grandense, de Passo Fundo.

Em 1982, outra importante homenagem distingue o poeta. É o título de Doutor Honoris Causa, concedido pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs). Oito anos depois, outras duas universidades, a Unicamp, de Campinas (SP), e a Universidade Federal do Rio de Janeiro concedem o mesmo tipo de honraria a Mario Quintana. Mas talvez a mais importante tenha vindo em 1983, quando o Hotel Majestic, onde o poeta morou de 1968 a 1980, passa a chamar-se Casa de Cultura Mario Quintana. A proposta do então deputado Ruy Carlos Ostermann obteve a aprovação unânime da Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul.

Ao comemorar os 80 anos de Mario Quintana, em 1986, a Editora Globo lança a coletânea 80 Anos de Poesia. Três anos depois, ele é eleito o Príncipe dos Poetas Brasileiros, pela Academia Nilopolitana de Letras, Centro de Memórias e Dados de Nilópolis e pelo jornal carioca A Voz. Em 1992, A Rua dos Cataventos tem uma edição comemorativa aos 50 anos de sua primeira publicação, patrocinada pela Ufrgs. E, mesmo com toda a proverbial timidez, as homenagens ao poeta não cessam até e depois de sua morte, aos 88 anos, em 5 de maio de 1994.

Bibliografia:

– A Rua dos Cata-ventos (1940)
– Canções (1946)
– Sapato Florido (1948)
– O Batalhão de Letras (1948)
– O Aprendiz de Feiticeiro (1950)
– Espelho Mágico (1951)
– Inéditos e Esparsos (1953)
– Poesias (1962)
– Antologia Poética (1966)
– Pé de Pilão (1968) – literatura infanto-juvenil
– Caderno H (1973)
– Apontamentos de História Sobrenatural (1976)
– Quintanares (1976) – edição especial para a MPM Propaganda.
– A Vaca e o Hipogrifo (1977)
– Prosa e Verso (1978)
– Na Volta da Esquina (1979)
– Esconderijos do Tempo (1980)
– Nova Antologia Poética (1981)
– Mario Quintana (1982)
– Lili Inventa o Mundo (1983)
– Os melhores poemas de Mario Quintana (1983)
– Nariz de Vidro (1984)
– O Sapato Amarelo (1984) – literatura infanto-juvenil
– Primavera cruza o rio (1985)
– Oitenta anos de poesia (1986)
– Baú de espantos ((1986)
– Da Preguiça como Método de Trabalho (1987)
– Preparativos de Viagem (1987)
– Porta Giratória (1988)
– A Cor do Invisível (1989)
– Antologia poética de Mario Quintana (1989)
– Velório sem Defunto (1990)
– A Rua dos Cata-ventos (1992) – reedição para os 50 anos da 1a. publicação.
– Sapato Furado (1994)
– Mario Quintana – Poesia completa (2005)
– Quintana de bolso (2006)

No exterior:

– Em espanhol:
– Objetos Perdidos y Otros Poemas (1979) – Buenos Aires – Argentina.
– Mario Quintana. Poemas (1984) – Lima, Peru.

Fonte

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Biquini Cavadão – Dani (Ao vivo)

Os caras cantão muitooo

Fotografia

Diferente das demais formas de comunicação visual, a fotografia se distingue por permitir registros altamente detalhado de acontecimentos que ocorrem em frações de segundos, muitos breve demais para o olho humano possa apreciá-los adequadamente.

Que assunto você prefere fotografar a maioria do tempo? Pessoas ou objetos em movimento ou parado, retrato, natureza morta, paisagem?

Planeje antes de disparar, resistir a tenção de apertar o disparador incessantemente:
Antes de começar, absorva a atmosfera do ambiente, estude a luz em diferentes horas do dia e procure se familiarizar com os aspectos interessantes das ruas, prédios e paisagem.

Faça sempre duas perguntas, este ângulo é a tomada melhor? A iluminação é boa?

A composição é muito importante:
Escolha com cuidado o que pretende incluir e excluir do quadro, para que tudo o que for registrado faça realmente parte do todo. O céu, por exemplo, costuma tomar mais espaço que qualquer outro componente. Assim, a menos que você deseje fazer dele o centro de interesse (num pôr-do-sol, ou para transmitir uma sensação de espaço), procure sempre deixar o mínimo possível de céu em suas fotos.

Tenha em mãos a objetiva certa!

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